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segunda-feira, junho 27, 2016

Ieda Maria Vargas quase não tem mais tempo para si própria



1963 foi um ano agitado na política brasileira. O governo de João Goulart perdia cada vez mais a sustentabilidade e um clima de radicalização política tomava conta do país. Em dezembro daquele ano - ano marcado também por uma inflação recorde - quem não poderia se queixar de nada era a porto-alegrense Ieda Maria Vargas. A moradora de Petrópolis havia ganho tudo em concursos de beleza - incluindo o Miss Brasil e o Miss Universo. Aclamada, solicitada, paparicada, ela aproveitava a sua fama para percorrer o mundo, conhecer outros países e pessoas interessantes, além de faturar, é claro.Tantos compromissos acabavam fazendo com que quase não tivesse tempo para ela própria, como anotou o cronista Antonio Carlos Ribeiro, no jornal Correio do Povo. Nas reproduções acima, a Miss Universo 1963 volta ao Rio Grande do Sul, depois de uma série de eventos internacionais.

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