domingo, dezembro 26, 2010

A sacanagem dos "concursos culturais"

Participei, nos últimos meses, de dezenas de "concursos culturais", aquele negócio de você escrever uma frase ou um pequeno texto a respeito de alguma coisa pedida, concorrendo a prêmios que vão de carros, casas e motos até coisinhas prosaicas e viagens para as praias do Nordeste. Uma loteria em que não custa nada acreditar.
Nunca tinha participado dessas coisas, e resolvi ver para crer, acreditando, a princípio, na seriedade dos propósitos dos organizadores.
Pois não é que descobri que a grande maioria é pura e simples picaretagem, incluindo grandes empresas, operadoras de telefonia, tevê, o escambau. Alguns nem dão os resultados - marcam o dia da divulgação dos premiados e simplesmente esquecem ou desprezam.
É um acinte, um desprezo total, uma prova de que este País é assim por essas e outras.
Vou divulgar alguns nomes nas próximas semanas, para dar nome aos bois. Hoje o que posso dizer deles é o seguinte: sacanas, pilantras, enganadores. Pegam o email, o RG e o CPF da gente, nos iludindo. Isso é muito suspeito. Será que não vem bomba em meu nome por aí? Como vou saber o uso que essa gente dá aos meus dados confidenciais?

O monstro Dedé

Amauri Júnior, aquele colunista social que está há tempos fazendo seus programas na televisão (agora está na Rede TV!), é, na minha opinião, um simpático picareta. Às vezes até simpatizo com ele - às vezes.
Fiquei tempos sem ver nenhum desses programas de "sociedade", que em geral aconteciam na madrugada - hoje infestaram todos os horários da programação, em praticamente todos os canais, e são uma praga quase comparável aos programas religiosos pagos.
Mas como a carne é fraco, de vez em quando assisto sim. Esses dias vi o tal Amauri Junior de novo e fiquei espantado com a aparência do sujeito. De tantas plásticas - isso é obviamente visível - ficou com a cara toda esticadae as bochechas reluzentes como as de um bebê. Além do mais pinta o cabelo, e o aspecto geral - em que pese ele ser, como disse, levemente simpático e até natural - faz a gente repudiar qualquer pensamento em, um dia, fazer o mesmo.
Mas tem coisa pior : aquele Trapalhão, Dedé, o único sobrevivente da troupe junto com Didi, fez tantas plásticas na lata que virtualmente se transformou em um ET, um quase monstrinho. Tá tão repuxado que eu fico imaginando que deva até sentir dor. Não sei como funciona a coisa, mas desconfio que tais plásticas causem dor sim. Dor e feiúra. É o suprasumo da breguice e da falta de sentido estético.
Os nobres ingleses se recusam a pintar os cabelos, quando estes ficam grisalhos ou brancos, por considerar isso prova de vulgaridade. Sabem das coisas.

terça-feira, dezembro 21, 2010

A velha máquina de escrever

Das profissões, ou atividades, que se extinguiram, uma das que mais me chama a atenção pela ausência é a exercida pelo velho, bom e chato vendedor de enciclopédias, muito presente na minha infância e adolescência no interior. Com a Internet e com as facilidades da vida de hoje, ele simplesmente sumiu - se existe, nunca mais o vi em lugar nenhum.
O vendedor de enciclopédias batia na porta das casas das famílias, ia no serviço da gente, ou nos pegava pelo braço na rua, apregoando as vantagens de se possuir aquele produto. Se o cara era estudante, ótimo, nada mais necessário que aqueles livros grossos e respeitáveis, "tem de tudo aqui", "é uma maravilha" etc etc. Se o cara era pai de estudante, aí sim é que deveria comprar para os filhos no colégio, para "pesquisa". Dentre as enciclopédias mais vendidas, estava a Barsa, a Mirador e a Delta Larousse, todas elas boas até hoje.
Pois esse ilustre profissional - que não largava do pé do sujeito enquanto não comprasse o seu produto (e era algo caro, que poderia ser financiado a prestações e que representava um investimento oneroso para a maioria das famílias) - desapareceu, como disse, assim como desapareceu o vendedor de bilhetes de loteria.
O vendedor de bilhetes de loteria geralmente fazia ponto nas rodoviárias do interior, e era um tipo inconfundível. Geralmente não entendia de nada do que vendia, mas que chutava, chutava.Também percorria o comércio, os bares e especialmente as barbearias - tradicional ponto de se fazer uma fezinha. Hoje, com tudo modernoso e automatizado, o vendedor de bilhetes lotéricas (Federal, Estadual) - quase sempre um sujeito de certa idade, aposentado ou encostado - faz parte da história medieval. Muitos pais de família, se não sustentaram os lares, pelo menos deram uma boa melhorada na sua renda familiar exercendo essa tarefa.
Outro que foi para as cucuias é o engraxate - na maioria dos casos garotos pobres, das vilas, que faziam ou ganhavam uma caixa de madeira e saíam pelas ruas e pelo comércio para dar um belo lustre em um outro produto que, hoje, perdeu grande parte do seu espaço - o sapato. Restaram alguns, ainda, a maioria com ponto determinado, em praças, no centro das cidades. Porém, como profissão - ou ofício - a categoria pode ser considerada extinta.
Extinto mesmo, no entanto, é o velho linotipista de jornal e de gráficas. Esse sim está morto.
Lembro do primeiro jornalzinho em que eu trabalhei, no interior, em uma cidadezinha que não teria nem cinco mil habitantes na metade dos anos setenta. Chamava-se Atualidade, e ainda existe. Era um semanário municipal, o típico jornalzinho da cidade, feio, desengonçado, mas que muitos assinavam, por ser "o nosso jornalzinho" (era bem essa a expressão que eles usavam: "Colaborar com o nosso jornalzinho"). Composto a linotipo, tinha um sujeito que não recordo o nome, um alemão forte e que trabalhava quase sempre sem camisa, compondo as matérias naquela máquina imensa, preta, pesadíssima e resfolegante que me fascinava observar.
A linotipo era pré-histórica - assim como, para muitas pessoas com vinte e poucos anos (adultos formados, portanto, e não crianças), o é a máquina de escrever.
Tive muitas, e mantive uma relação quase carnal com todas elas. O legal da máquina de escrever era o carinho com que nos relacionávamos. Um bicho que nos sujava a mão com a tinta da fita, que as teclas acavalavam, que estragava frequentemente, e que por isso mesmo, por ser meio humano, era tão próximo de nós, os escribas e os escrivinhadores.
Com o computador de hoje é diferente: é uma coisa amorfa, sem vida, sem alma, sem personalidade, um conjunto de peças e chips eletrônicas que não nos inspiram nada. É como se fossem garotas de programa com quem fazemos sexo pago, e depois pagamos e saímos fora, sem sequer perguntar o nome. Simplesmente jogamos fora ou trocamos por outro, sem problemas, sem dilemas de consciência. Já a máquina de escrever - para quem era do ramo - era a namorada, a verdadeira namorada.
Ainda hoje, quando por acaso vejo uma delas (o que é raro), fico meio nostálgico e tocado por babaquices do passado. Lembro das minhas Olivetti (as preferidas) portáteis e da Lettera 32. Onde andarão elas? Terão morrido no ferro velho? Terão sido exportadas para a África? E recordo também dos velhos textos em papel, das folhas brancas, das laudas, das anotações que fazia, das folhas que amassava e jogava na cesta de lixo, das noites de trabalho, de café, de olhos vermelhos.
Ouvi dizer que os decoradores de hoje indicam máquinas de escrever como acessórios chiques e de bom gosto para as residências, um item que "valoriza" o ambiente. Bom, quanto a isso não restam dúvidas: máquinas de escrever, câmeras fotográficas e armas antigas estão entre os objetos de mais belo desenho que o homem produziu, na minha nada modesta opinião.

segunda-feira, dezembro 20, 2010

Calor abafado em Porto Alegre, o típico clima de beira de rio que caracteriza esta cidade neste período.
Ronaldinho no Grêmio? Sei lá, de início fui contra, agora já não sei mais nada. Talvez seja bom, talvez ruim. A princípio sou contra a volta de ex-jogadores, de jogadores voltarem. Paulo Nunes não deu certo, Renato Gaúcho também não - como jogador.
Ronaldinho ainda joga bem, ainda dá passes de incrível precisão, colocando o atacante na cara do gol. Vi isso esses dias, em um jogo do Milan.
Mas não será mais o mesmo - e trará dinheiro, como trouxe Ronaldo?
Sei lá, vamos ver. De qualquer maneira a bola está com a direção gremista.

sexta-feira, dezembro 17, 2010

Fui invadido por hakers. Sério mesmo. Essas duas fotos que estão aqui abaixo não foram postadas por mim. Mas como sou gremista, e como adorei a derrota do Inter, tá liberado: é África no pedaço, mano! Viu só como estou!
Tecnicamente é que me preocupa.
Viva a Mama África! Viva o Congo!!

terça-feira, dezembro 14, 2010

Ninguém merece

Há coisa mais ridiculamente asquerosa do que aquele "Doctor Rey" da rede TV, o tal cirurgião plástico-bichinho da goiaba que dá conselhos sobre tudo, vende toda espécie de produtos suspeitos e tem sempre uma mecha do cabelo de mauricinho caído sobre a testa?
Perto dele, aquele andrógino do "Ligue Djá!" que aparecia em tudo que é canal, uns dez anos atrás, ganha de dez a zero. Como é que era mesmo o nome dele, ou dela?

Bahia, campeão brasileiro

Encontro, por acaso, em um exemplar da revista Veja de primeiro de março de 1989 - o ano das eleições diretas para Presidente - uma matéria a respeito do Bahia - Esporte Clube Bahia, melhor dizendo. O time de Bobô e Charles, treinado por Evaristo Macedo, ganhou as finais contra o Inter, vencendo na Fonte Nova por 1 a 0 e ampatando em Porto Alegre.
O que achei estranho é que o jogo foi em março de 1989, decidindo o título da "Copa União" de 1988. Vê só a bagunça que era o campeonato brasileiro de então.
Diz a Veja a respeito do carnaval que tomou conta de Salvador: o prefeito Fernando José liberou o funcionalismo público e 20 mil pessoas lotaram o aeroporto 2 de Julho (que ACM depois rebatizou com o nome do filho morto). Os torcedores do Vitória se uniram à festa, que consideraram uma vitória do futebol baiano e não apenas do Bahia. Vejam se isso seria possível no Rio Grande do Sul!
A propósito: hoje - aliás, daqui a pouco - o Inter joga contra aquele time do Congo, pelo Mundial de Clubes. Não vou secar, propriamente, porque não adianta. Mas bem que eu gostaria que eles sifu. O colorado bicampeão do mundo será insuportável. Precisaremos mudar de Estado.
Pior que eles tiveram que nos aguentar por muitos anos, e olhe que nós éramos extremamente arrogantes e nojentos. Agora a roda girou e estamos nessa, infelizmente. Dá-lhe, Congo!

segunda-feira, dezembro 13, 2010

Galinhólogo

Ari de Oliveira, 21 anos, com sólida e precoce reputação em serviços de gatunagem na praça paranaense, foi capaz de resistir às técnicas de interrogatório da polícia, mas sucumbiu às ameaças de desmoralização diante dos colegas de ofício, ao ser autuado como "ladrão de galinhas", quarta-feira passada, na Delegacia de Roubos e Furtos de Curitiba. E escolheu o próprio gabinete do delegado para rememorar as glórias de sua carreira - um ano e meio de detenção, incontáveis assaltos, alguns arrombamentos - e fazer a defesa de sua tradicionalmente desacreditada especialidade. "É preciso muita técnica e coragem", discursou Oliveira do alto do seu título de "Oficial do Roubo de Galinhas". Ensinou a apanhar primeiro o galo, porque "se a gente começa pelas galinhas, ele começa a gritar e acorda todo mundo"; a segurar os animais sempre pelo pescoço e as asas, "nunca pelos pés"; e por fim "colocar a cabeça da bichinha debaixo da asa que ela continua dormindo". Com essa requintada arte, visitou impunemente durante dois meses os galinheiros curitibanos. Agora, vai provavelmente estudar a etiqueta comercial, pois foi preso por vender aves abatidas acima da tabela da Sunab.
(Revista Veja, página 19, 4 de setembro de 1974)
Os Trabalhadores do Mar, romance de Victor Hugo: "A solidão faz gênios ou idiotas".
Comprei esse livro em 1977, na livraria Cultura, em Ijuí.

Lembranças de Pelotas

Estavam falando em Pelotas e nas peculiaridades da cidade, quando então perguntei se ainda havia por lá o bar Cruz de Malta, na rua XV.
Muito campari tomei ali, na época do Diário Popular, que fica quase em frente. Isso foi lá por 94, 95, quando o balcão ainda era de madeira.
O Cruz de Malta bombava todas as noites, especialmente nas sextas. Havia um outro Cruz de Malta, na avenida Bento, mas parece que não tinha nada a ver com o da XV.
Pelotas, nessa época, era uma cidade extremamente agradável, com mulheres bonitas e bem vestidas e uma vida noturna que nunca iniciava antes da uma hora da matina.
Não adiantava sair antes dessa hora. E a coisa mesmo só iria esquentar lá pelas três.
O Andrade era o editor do Diário Popular. Bon vivant, tinha um barco, em sociedade com um amigo que era delegado de polícia em outro município. O barco era uma espécie de matadouro, para usar a expressão machista.
Nunca cheguei a frequentar. Mas lembro do dia em que o Andrade, com uns uísques a mais nas idéias, meteu o seu carro na traseira de um caminhão parado no escuro, sem sinalização. Ficou alguns dias entre a vida e a morte, sendo que esta última prevaleceu.
Acho que ele não tinha mais que quarenta e dois ou três anos.
Figuraça, sempre vestido de preto, bonitão, cabelos grisalhes, bonachão, sempre brincando, foi ele quem me admitiu.
Trabalhar no Diário era ótimo. Empresa séria, dificilmente alguém era demitido dali - para isso teria que fazer muitas lambanças. Pagamento no dia certo, muitas vezes até antecipado, direito sociais garantidos, respeito. Boas lembranças.

Estrelas do mar

Na foto eu tenho três anos de idade, no início dos anos sessenta, e sou uma criança morena com os pés dentro da água do mar e um barco de pesca ao fundo. Mais adiante, casas e chalés de madeira.
Tá aqui a data - 1964. Local: praia de Itapema.
Itapema não era nada, então. Aluguava-se a casa dos pescadores por merrecas, e se ficava por lá o verão inteiro. Comprava-se peixe dos próprios pescadores e à noite não havia luz elétrica - só milhares de estrelas refulgindo contra o profundo céu escuro. Uma grande lua surgia de repente, e todos passeava na beira da praia, que era segura e silenciosa.
Havia muitas conchas, conchas enormes e lindas, além de estrelas do mar, também imensas. catávamos aquilo e trazíamos como souvenir para a nossa casa, em um posto indígena no interior do Rio Grande do Sul.
Hoje não há mais casas de madeira na beira mar de Itapema, e as conchas e as estrelas do mar praticamente desapareceram. Quem comprou terrenos e casas no litoral catariense, naquela época de simplicidade e barateza, hoje está rico.

Três vítimas

Já tenho três seguidores, o que me obriga a fazer postagens mais frequentes. Bobagens por bobagens, deixa eu me expandir.

Nova Idade do Gelo

Nova idade glacial em Porto Alegre na véspera da chegada do verão. Nesta madrugada de domingo para segunda a temperatura desabou por aqui. Hoje, ao acordar, liguei o rádio na Band News, como geralmente faço, e descobri que estava fazendo 13 graus na maior parte da cidade. Achei que era bola fora da repórter, mas, ao levantar e abrir a janela - com direito a uma visão panorâmica do Presídio Central ao longe - vi que fazia frio mesmo e que o negócio era botar uma jaqueta.
A propósito de radio, radialistas e jornalistas, a gente ouve cada coisa de doer: não é que a moça repórter da Band falava em algo que estava acontecendo na "Capital carioca".
Capítal carioca! Tá bom. E a capital fluminense fica aonde?
Lembro de um colega meu, que hoje mora e trabalha em Brasília, que, ao fazer uma matéria policial, com um morto caído, perguntou ao delegado "quem era o suspeito de ser a vítima". Bom, mas esse meu amigo era atrapalhado mesmo, e além do mais era fotógrafo e não repórter de texto. Aliás, gente boa, vacariano, fumava uma maconha que vou te contar - dizia que ajudava na hora de fotografar.
Uma vez, em Santa Catarina, quando o Esperidião Amim era governador, em pleno palácio, durante uma coletiva ou solenidade, ele deixou cair um tubo de filme, daqueles pretos, e o governador achou e abriu a tampa. Adivinhe o que tinha dentro? "É de alguém?", perguntou Amim. A história é lembrada até hoje por quem trabalhou em Santa nos anos oitenta.

quarta-feira, dezembro 08, 2010

Não sou eu

Descobri que tem um Vitor Minas, que não sou eu, no Twitter. O cara mora em São Paulo.

O ridículo dos Pardais de Porto Alegre

Porto Alegre é gozada.
Vejam o caso dos tais "pardais", aquela maquininha que fotografa a placa do veículo de quem ultrapassa a velocidade máxima em determinados pontos das ruas e avenidas da cidade.
Pois é, no meu modesto entendimento o tal pardal foi feito pra disciplinar e punir, para dar incerta nos motoristas, iguais aqueles guardas americanos que, sirena ligada, saem do nada para abordar e multar os infratores. Pardal só tem sentido, na verdade, se ficar escondido, amoitado, e de preferência mudar de local a cada semana, como de fato acontece na gloriosa capital gaúcha.
Só que nesta civilizada e amada cidade as nossas apedeutas e sifocantas autoridades divulgam exatamente os locais onde estarão tais pardais. Divulgam pelos jornais, pelas rádios, sites, por todos os meios de comunicação possíveis. Divulgam repetidamente, e divulgam até com um mês de antecipação, pra não dar erro ou prejudicar ninguém que anda sobre quatro rodas.
Vejam que coisa surrealista, ou burra e imbecil mesmo: você, motorista arrogante, o rei do carro, o Todo Poderoso, sabe com horas e até dias ou semanas de antecipação os locais onde estão os tais passarinhos eletrõnicos. Naturalmente, quando chega uns 300 metros antes do ponto marcado, diminui a velocidade, para não ser pego e pagar multa (se é que paga). Passado o local, uns 200 metros adiante, mete o pé no acelerador e volta a andar igual um louco, dando bananas a todos. Essa é a nossa cidade.
Pode? É, verdadeiramente, coisa de português de anedota, a coisa mais sem sentido que existe, um autêntico "me engana que eu gosto", enganação, engrupição, disparate, ofensa, piada.
E ninguém da imprensa fala a respeito, é claro, até porque a maioria é tapada mesmo, e também porque eles fazem parte da tchurma ou, quase todos, não moraram em outras capitais e acham o que se passa aqui natural, algo que faz parte da ordem das coisas.
Aliás todo mundo sabe que o motorista gaúcho - e bem especialmente o porto-alegrense - é o tipo mais boçal e ignorante do Brasil, que por sua vez é um dos piores do mundo.
Aqui, na Mui Leal e Valerosa, pedestre não vale nada, é animal para ser caçado e exterminado igual no filme Laranja Mecânica. Agora, com essa campanha da Prefeitura, melhorou um pouco. Mas o pedestre, repito e trepito, continua a ser caça em Porto Alegre e sua vida vale menos do que a de uma galinha ou de um cachorro sarnoso.

O envelhecimento do Casseta e Planeta

Em qualquer atividade, o cara tem que saber a hora de parar, diz o velho e surrado clichê. Li que o programa Casseta e Planeta sairá do ar no próximo ano, depois de muito tempo na tela da Globo.
Acho que eles estão certos, se tocaram: o Casseta envelheceu e perdeu grande parte da velha graça. A morte de Bussunda, é claro, contribuiu para isso, embora eu ache que tudo e todos tenham o seu ciclo, especialmente na tevê. Pensando bem, duraram muito, e duraram porque eram bons. Mas agora, com o Pânico, o CQC e outros programas do gênero humor proliferando em vários canais, as noites de terça na Globo já não nos atraem mais. O Casseta se tornou repetitivo e aquelas caras que nos divertiam hoje são manjadas demais. É assim que a coisa funciona, em qualquer parte do mundo.
Desses que estão aí gosto mais do Pânico, à exceção de alguns quadros. São ousados e representam um passo à frente em relação ao Casseta. E são, em quantidade, mais criativos e diversificados. Também pararam um pouco de humilhar, ou escrachar, os populares. Porem irão envelhecer também - e o Charles Henrique já é a prova. Se continuar naquela de narrar o currículo do artista entrevistado, e não criar algo mais, já era.
O CQC não me agrada muito. Não consigo gostar inteiramente de um programa de humor escrachado em que os apresentadores e humoristas andam de terno e gravata, como se fossem executivos. Aliás, o Tom Cruise disse isso a eles, quando foram entrevistá-lo.
Outra coisa: os caras são bobinhos demais. Bobinhos de classe média, infantis, garotões. Bom, é o que penso. Mas assisto a esses dois últimos e ainda dou boas risadas.

terça-feira, dezembro 07, 2010

Hoje, pelo que lembro, é o dia em que os japoneses atacaram Pear Harbor, em 44.
Fizeram bem feito: oito horas da manhã (um pouco menos) de um domingo.
É um bom horário pra telefonar pros nossos amigos.
É, meus amigos, daqui a um mês esta cidade de Porto Alegre estará às moscas.
Hoje a avenida Ipiranga estava tapada de carros, como nunca vi antes. Passadas as festas de final de ano, esse povo todo se mandará para "as praias", como dizíamos lá no interior do cafundó do Locha.
Sobrarão os fudidos e os que por algum motivo mais forte não puderam tirar o time.
Verão em Porto Alegre ninguém merece: calor dos infernos, umidade. E o trem bala, hein? Bala em nós, e traçante.
E a filhota lá em Londres, num frio de lascar, neve caindo. Bom, nem tanto ao mar e nem tanto à terra.
Há um livro intitulado "Lima Barreto Toda Crônica", editado pela Agir em 2004, que é uma delícia de leitura. Para quem, como eu, nunca leu nenhum de seus romances ou novelas, só alguns contos, ler as crônicas escritas por ele no início do século XX, indo até até 1922, quando morreu, foi surpreendente. Até porque ele é, realmente, aquilo que eu pensava que é: bom. A linguagem ainda tem aqueles rebuscos antigos, mas não chega a comprometer. Quase todas as crônicas foram publicadas na revista Careta.
O cara denuncia todos os pernósticos da época e nutria implicante e recorrente ojeriza por Coelho Neto, um sujeito pomposo e que se achava. Tambén não gostava de Rui Barbosa e do Marechal Rondon, a quem dizia ter um "rosto cruel". Outras coisas que Lima Barreto ironizava era o futebol - ele, pelo visto, achava aquilo coisa da elite. E era, de fato, um esporte onde negro não tinha vez.
Procurem esse, aliás, esses livros, já que são dois grossos volumes. As crônicas mostram o que a gente já sabia: a merda sempre foi essa aí, as moscas é que eram outras.

terça-feira, novembro 30, 2010

Millor Fernandes tem 86 anos. Não é incrível? O cara está aí, durando igual rocha.
Passei minha vida toda lendo e admirando o Millor, quase um gênio. Pasquim, Veja, isso tudo. E agora vejo que o cara tem 86 anos, caramba!
Mudando pra pior - acho eu: o Delfim Neto também tem mais de oitenta anos!
Passei e minha juventude achando que ele era a personificação do mal, da direita, da ditadura, da concentração de renda.
E não é que o cara agora aparece na tevê Bandeirantes, dando opinião sobre tudo, moderado, racional, até simpático.
Millor, frase: o supremo mistério?
É quando o soldado desconhecido recebe uma carta anônima.
Porto Alegre não tem um milhão e meio de habitantes. Foi o que constatou o IBGE, nesse último censo. Não me surpreende, parece natural. A capital gaúcha é a que menos cresce no Brasil, felizmente. Quando cheguei aqui, em 1979, verão, ela tinha um milhão e cem mil habitantes. O que cresceu mesmo foi a zona metropolitana.
Tem gente que duvida das estatísticas do IBGE. Trabalhei no IBGE, censo 2000, e eles eram bem rigorosos. Foi, aquele, um censo bem feito, acho que bem melhor do que este de 2010, que, pelo que todo mundo sabe, teve vários problemas.
Coordenei uma equipe de seis recenseadores, que no final era de somente dois ou três.
Censo é um negócio incrível, tudo acontece, inclusive com recenseadores. Os caras entram de casa em casa, vêem tudo, anotam tudo.
A minha zona era a Bela Vista, a Boa Vista, as Três Figueiras. Zonas de ricos, ou quase. Gente que não gosta de reponder a nenhuma pergunta, e muito menos de abrir a porta. Mas, há dez anos atrás, a coisa era bem mais fácil do que agora. Pelo que vi em reportagens, o medo da violência - que aumentou muito - dificultou ainda mais as coisas.
Naquela época nos diziam que todo mundo era obrigado a responder ao censo. Se quiséssemos, poderíamos até chamas a Brigada. Um exagero, mas tudo bem, ótimo. Agora parece que muita gente simplesmente ignorou o censo, fechou, bateuas portas. Novos tempos etc etc.
O IBGE é sério, eu disse. É mesmo, verdade. Mas trabalhar com o público é foda, tem suas variantes. Muita gente mente, e você tem que anotar as suas mentiras, mesmo sabendo que aquilo que ele diz é uma mentira descarada.
Por exemplo, notei, e comprovei, que o pessoal da grana diminui a renda, sempre. No ano de 2000 todos eles diziam que ganhavam 2 mil reais - mais ou menos 4 mil hoje. Claro que você sabia que o sujeito ganhava muito mais do que isso, bstava ver o apartamento ou a casa em que ele morava. Nos recebiam com um pé atrás, sempre temendo que aquilo que diziam fosse utilizado pelo imposto de renda. Bom, nos diziam, então, que nada do que o entrevistado declarasse seria utilizado por outra fonte. Acho que era verdade - hoje não sei mais.
Falei que o pessoal da grana "minimizava" a renda. Pois é, e o pessoal mais pobre - incrustados entre eles - já agia ao contrário. Com vergonha do pouco que ganhavam, aumentavam a renda.
Disso tudo concluí uma coisa: renda declarada é uma ficção, não existe, não corresponde à realidade. Quando divulgam que o brasileiro ganha isso ou aquilo, dou risada:ficção, simplesmente.
A propósito: não entendi essa de não ter uma pergunta sobre o nível de escolaridade. No censo 2000 existia essa pergunta, indispensável a meu ver.
Fui recenseado também. Apareceu lá uma menina meio andrógina que me endereçou meia dúzia de perguntas, inclusive aquela de "o senhor tem luz elétrica?" Mandei ela olhar para a lâmpada que nos alumiava.

segunda-feira, novembro 29, 2010

Hoje, não sem bem o porquê, acordei lembrando dos tempos em que Porto Alegre fedia ao cheiro da Borregard.
Era o final dos anos setenta, e a cidade - em determinadas horas, quando o vento estava a favor (ou contra, melhor dizendo) - cheirava a ovo podre, a enxofre.
Por que lembrei disso? Deve ser o céu cinzento e a garoa muito fina que está caindo lá fora.
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Naquele tempo nós morávamos na JUC-7, uma casa de estudante que havia ali na rua da República, na Cidade Baixa. O prédio - muito velho e carcomido - foi demolido faz anos e hoje é um edifício moderno, com comércio e apartamentos.
Passaram pela JUC-7 muitas figuras interessantes. Os tempos eram de ditadura militar e formávamos uma família (a ingenuidade da idade) - todos, ou quase todos, eram de esquerda, naturalmente.
A Cidade Baixa, naquela época, não era nem mesmo a sombra do que é hoje. A rua da República, naquele trecho, só tinha o Van Gogh, na esquina com a João Pessoa, uma farmácia, um bar pé-sujo no meio da quadra e a padaria na esquina com a José do Patrocínio.
Porto Alegre era uma cidade sonolenta, sem bares, quase sem orelhões (a maioria estragados ou depredados). Tediosa, diria eu.
Hoje toda aquela Cidade Baixa é um amontoado de bares, cafés, restaurantes, bistrôs, o escambau. Pena que o Bar do Adriano - que vendia cachaça de toda espécie a 2 reais - tenha fechado há poucos anos. Não há, hoje, nenhum bar verdadeiramente popular naquela zona toda, o que é uma carência.
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Na JUC-7 moravam então dois nicaraguenses. Um era sandinista e o outro era somozista. Os dois mal se falavam e um desconfiava do outro.
Para quem não lembra, 1979 foi o ano da vitória da Revolução Sandinista que tirou Anastácio Somoza do poder. Polarização total.
O nicaraguense sandinista estudava enganharia, bebia pra caralho e era da nossa turma. Costumava, lembro, frequentar o Parque da Redenção nos finais de semana à noite, para pegar as bichas da hora. Moreno e magro, boa pinta, tinha pouca grana e era da "linha stalinista" russa.
O somozista era branco, gordo, falava inglês e ouvia música americana a todo volume em seu quarto. Tinha dinheiro e não frequentava o nosso grupo. Me disse uma vez que tinha viajado a Miami em um avião, junto com um dos filhos de Somoza, para uma grande farra. O considerávamos de direita, naturalmente - e nessa caso a avaliação era mais do que justa.
Norman era o nome do sandinista. Seu pai era médico em uma cidade do interior da Nicarágua. Por nossas mãos, Normam conheceu boa parte do interior do Rio Grande do Sul. Espantava-se com a beleza das gaúchas e com a riqueza do Rio Grande (em comparação à terra dele). Um dia lhe perguntei se as mulheres nicaraguenses eram bonitas. Foi, creio, sincero ao responder: "Não."
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Uma noite nós, estudantes - o nosso grupo mais fechado, melhor falando - estava bebendo cerveja e discutindo alto (política, naturalmente) em um daqueles bares quando fomos surpreendidos por agentes do DOPS que estavam ali, na mutuca, à espreita.
De repente todos começaram a apanhar. Baixinho, que era o presidente da Casa e o mais velho e mais radical, levou um 'telefone' nas orelhas que deve estar zunindo até hoje.
Em 1979 o AI-5 já havia caído e vivia-se a redemocratização "lenta, gradual e segura" mas os gorilas da "comunidade de informação" e da repressão ainda estavam com tudo.
Baixinho, o presidente, era (e é, acredito) jornalista. Com o final da ditadura ficou sem objetivos, sem um sentido para a vida. Já bebia muito e às vezes tentava se matar - de mentirinha, é claro, pra chamar a atenção.
Dizem que depois foi para o Rio, onde virou gay, sem maiores constrangimentos.
Nessa guerra do Rio, ao retomarem o morro do Alemão, os policiais penetraram na residência abandonada de um dos reis do tráfico, algo "luxuoso", disseram os repórteres.
A medida que a gente acompanhava, via o flagrante exagero. O apartamento - ou algo que o valha - tinha, disseram, "ar condicionado em todas as peças", TV LCD, geladeira com fibra de não sei o quê e, pasmem, uma piscina - uma piscininha de criança, no topo, ao lado de uma churrasqueira com um saco de carvão ao lado. Ah, e uma banheira de hidromassagem...
É forçar muito a barra - qualquer casa de um proprietário de padaria do subúrbio dispõe dessas comodidades hoje em dia. Aliás, pensei que, pelo que esses bandidos faturam, deveriam ter bem mais do que aqueles eletrodomésticos e "luxos" de qualquer médico mais ou menos bem sucedido.
Nem computador havia ali.
Na Londres incendiada pelos bombardeios alemães, Winston Churchill saía às ruas e ia ver pessoalmente o estado das coisas. Também usava aviões da RAF para vistoriar os danos, sem demonstrar medo, só coragem e valentia - como se espera de um político e governante, num caso desses.
Não foi o caso das autoridades do Rio de Janeiro, Governador e Prefeito. Enquanto uma guerra acontecia - com ampla supremacia do Estado e, diga-se, nem mesmo uma baixa fatal entre as tropas de segurança ou entre as dezenas de jornalistas que acompanhavam tudo de perto, perigosamente de perto - os dois insignes mandatários enviavam notas, por meio de suas assessorias, dizendo-se "orgulhosos de sua polícia" e agradecendo à população.
Ora, o que se espera, em momentos assim, é que pelo menos coloquem um capacete e vão até lá, onde estão acontecendo as coisas. Não adianta nada, em termos práticos, óbvio, mas tem um efeito psicológico sobre os cidadãos, mostra que eles, afinal, não são galinhas covardes e merecem os votos que ganharam.
É, mas não tiveram essa coragem. Nem Cabral nem o Paes tiveram peito de ir sequer perto do front de operações.
Com certeza estavam entrincheirados em seus bunkers palacianos, vendo tudo pela tevê. Êta Brasil corajoso o dos governantes de plantão!

sábado, novembro 27, 2010

Cuidado com as escadas, escadas são perigosas, escadas fazem mal.
É um sábado de sol, e muita gente está consertando coisas no telhado. Estão trepando, estão subindo as escadas, estão sujeitos aos seus caprichos.
Escadas pregam peças, escadas derrubam, escadas - coisas banais, prosaicas, inermes - até destroem vidas.
Foi o caso de A., que já foi meu amigo. Tornou-se repórter fotográfico renomado em São Paulo e nunca mais nos falamos. Coisas da vida, não importa. Foi é passado.
Um dia me ligam e contam que ele sofreu um acidente, está entre a vida e a morte: ia ajudar a consertar o telhado da casa de um parente e caiu da escada, a três metros de altura. Bateu com a cabeça e sifu, obviamente.
Vi um vídeo dele no youtube. Voltou a ser criança.
Outro conhecido, aqui de perto, fez a mesma coisa, só que no serviço. Também caiu e também bateu a cabeça. Era um cara forte, alegre, com voz poderosa e sempre muito disposto. Hoje está um caco. No hospital, pra piorar, teve meningite. Desgraça pouca é bobagem.
Isso tudo em questão de dois anos. É por isso que eu penso dez vezes antes de subir numa escada. A lei da gravidade é muito cruel, prefiro me manter na superfície.
Ah, minha invocação é com esses sujeitos de rádio e televisão que dizem "bastante" pra tudo.
Ninguém mais quer dizer "muito" - agora é "bastante". Bastante bom, bastante ruim, bastante chuvoso, bastante engarrafado.
Isso começou de uns dois, três anos para cá, e se espalhou como uma praga.
Bastante, pelo que eu sei, é o que basta, o suficiente. Então "bastante ruim" é suficientemente ruim. Que tal?
E o "veja bem"? Esse consegue ser ainda pior. Lembro do Joel Santana, o técnico da prancheta, que começava toda entrevista com um "veja bem".
Em bares populares a gente conhece cada figura, embora todas se pareçam - é o povão, os bêbados, os desajustados, nós todos.
Entendo do assunto. Mas muitas vezes a gente se surpreende com uma figura a quem não dávamos a mínima importância - mais um ali, analfabeto funcional, falando de futebol e de crimes, igual todos os outros.
Foi o caso de Y., um mulato de uns sessenta e poucos anos, que joga sinuca - sinuqueiro bom traz o seu taco - e que nunca vi beber naquele bar da avenida. É da casa, conhece e é conhecido por todos, não fala muito - o negócio dele é a mesa de pano.
Não é que, de uma hora pra outra, descobri que o sujeito é grande conhecedor da história rio-grandense. Não é um atochador, um mentiroso, não: conhece bem, bem melhor do que eu. Começou a falar sobre maragatos e chimangos, Borges de Medeiros, Julio de Castilhos, Flores da Cunha. Acertou tudo. Mas não falava em tom professoral, se achando. Me disse que é maragato. Falamos sobre flores da Cunha, que aprisionou Honório Lemes.
Vê só. Eu achando que o cara era mais um mané de bar, daqueles que só lêem o Diário Gaúcho, e ainda assim não entendem o que está escrito. Engano e boa surpresa.
Ah, e surgiu outro, que também não falava comigo. Agora fala, estabelecemos uma relação de camaradagem. É policial militar aposentado e trabalhou no DOPS e na repressão. Conhece os torturadores todos e se diz, diretamente, de direita.
Em uma País onde ninguém quer ser de direita, ele diz que é, e pronto.
Gosta de leitura e sofreu um derrame. Outra hora falo dele.
Caramba! De repente tenho dois seguidores, ou duas seguidoras, sem lá.
Gostei da foto da primeira. Será que ela me segue mesmo?
Eu, que merda, não sigo ninguém.
A. tem 26 anos e uma irmã de 16. A. é uma nega linda, e sabe disso. Dizem que, não faz muito, parava o Morro de Santa Teresa quando subia. Quem me disse isso foi um polícia, que eu nem sabia que era polícia, num bar da avenida.
Ela estava comigo, radiante, brilhosa. É uma mulher cheia de vida, sem nenhuma grana, que vive como dá - fazendo programas, pedindo, às vezes achacando, essas coisas. É viciada em crack, ao contrário da irmã menor, que também faz programa, também faz as coisas que a outra faz, mas não fuma, não bebe (de vez em quando uma cerveja), mas frequenta os bares pé-sujo.
A. é mais bonita que a menor - que, por sua vez, é também uma nega muito bonita. A. sabe que é bonita. Tem classe, voz agradável, sabe conversar, sabe rir, não é vulgar. Eu disse a ela: "Cuidado, garota, que a beleza acaba".
Ela tem o rosto perfeito - se alguém do ramo a tivesse descoberta anos atrás, certamente seria modelo. É alta, corpo esguia e, apesar de todos os excessos, tem a pele perfeita. Tem furinhos no queixo - puro charme - e um sorriso que antigamente se chamava de "alvar".
Nega cor de ébano. Mas anda por aí, dando pra todo mundo, pra sustentar o vício. Vi ela fumando pedra: em vez de ficar alegre e extrovertida, ou falante, entra numa triste neura, acha que todos a perseguem e que todos são polícia.
Usa uma boina, estilo Che Guevara. Se eu tivesse uma boa grana sobrando, vestia essa nega com os melhores panos e mentia a todos que ela era uma modelo internacional. No meu entender, é mais bonita que a Naomi Campbell. Chama a atenção.
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O Bahia voltou á primeira divisão do futebol brasileiro, depois de sete anos.
Morei - no início dos anos oitenta - próximo ao estádio da Fonte Nova (implodido, me parece) e lembro dos jogos do tricolor. A massa, em peso, tomava as ruas, num frenesi incrível, gente de toda a periferia de Salvador, fanáticos.
Naquela época Salvador tinha os "morcegos" que, acredito, não mais existam, pelo menos em quantidade. Eles se penduravam atrás dos ônibus, ou mesmo em cima, no capô, uma carona perigosa que muitas vezes terminava em morte.
Pouca gente pagava passagem no transporte coletivo de Salvador então. Era entrar, fazer um sinal para o cobrador, deixar a metade do valor da passagem nas mãos dele, e passar por debaixo da roleta, ou então por cima. Só os mais velhos e respeitosos pagavam a passagem integral. Grande parte - a garotada - embarcava na porta de trás (era a porta de embarque) e saía por ali, de fininho, na parada que desejasse, sem passar a roleta. Os cobradores não estavam nem aí.
Acho que as empresas de ônibus só não faliram porque, em troca, ofereciam um péssimo serviço, com ônibus velhos e superlotados. A rigor, não havia transporte coletivo urbano digno desse nome na capital baiana.
Como será que está hoje? Há tempos - uns quinze anos - não volto à Bahia. Imagino que a cidade esteja enorme, bonita, colorida.
Ah, e a noite da Bahia, com aquelas nuvens brancas contra a escuridão azulada do céu, a brisa, o cheiro de mar. E a cerração oceânica, na orla. E o porto da Barra - delícia que curti muito, nadando até a zona do Iate Clube. Águas mansas, tépidas, com uma temperatura média de 30 graus.
Imagine então agora as nossas praias aqui do Sul - do Rio Grande do Sul, melhor falando. Praias não - litoral. Praia é em Santa Catarina, não no Rio Grande. Ver aquela água cinzenta, suja de algas, fria e agitada, me faz olhar com ironia - e até um certo desprezo - para essa gente que veraneia por aqui. É muita falta de gosto - ou conformismo, ou exigir muito pouco.
Além de tudo uma hora a gente quer não ver gaúchos. Vemos gaúchos - nós gaúchos - o ano todo, e ainda vamos ver gaúcho durante as férias? Ah, é preciso uma trégua. Somos isolados demais, precisamos de mais convívio alienígena.
Aliás, gaúcho na praia é uma coisa esquisita e anômala - calções imensos, pele branca que há dez meses que não pega sol, um jeito desajeitado, uma estranheza com a areia, o sol e o mar.
E os argentinos, então: bom, acho que abandonaram aquele hábito ridícula de andar de meia soquete branca nas areias das praias. Esses sim não são da tribo oceânica.

sexta-feira, novembro 26, 2010

Gozado isso. Não estou atualizando o blog e mesmo assim, esses dias, cheguei a 10 mil acessos nos últimos 30 dias. Devem ser as matérias antigas. Mas confesso que a mídia eletrônica, por mais atraente que possa parecer, não é muito minha praia. Observei que a maioria dos que acessam este blog fica ali uns 30 segundos. Isso mesmo: trinta segundos. O que um sujeito lê em 30 segundos? Então é melhor nem me acessar.
Sinal dos tempos. Tudo muito superficial, rápido, descartável.
Só agora recebi a minha primeira parcela do Google, dos acessos ás publicidades. Em anos e anos de blog (acho que comecei em 2006) consegui faturar esplendorosos 230 reais. E olhe que demorou. Bom, pelo menos me pagaram. Eu já achava que teria que dar queixa.
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Estou na biblioteca da PUC.
É sexta-feira e está tudo calmo. Uso essa estrutura toda, que é realmente invejável. Tem pouca gente hoje. Choveu durante o dia.
Passei na Famecos. O pessoal nãoe stava muito animado hoje. Deve ser o dia. Cafezinho a um real, só que é Nescafé. Daqui a pouco mais de um mês isso tudo vai estar ás moscas, a biblioteca começará o seu horário de verão, o que é sempre ruim.
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Verão, pra mim, não é das melhores coisas. Já gostei do verão, ou pensava que gostava. Hoje sou mais o inverno. Verão não é o mundo real. Além do calor infernal desta cidade de Porto Alegre, tem aquelas coisas que a gente bem sabe, todo ano: Big Broder na tevê, carnaval, mosquito, mosca, barato, suor, moleza, noites de insonia.
A idéia é ir para a beira do Guaíba pelo menos alguns dias. Quem conhece, sabe: o Guaíba é um rio bom (não me digam que é lago), manso, de águas quentinhas, onde a gente pode nadar em paz. Está despoluído do Belém Novo pra prás, o que já é alguma coisa.
Há tempos não nado. Incrível isso, já que adoro água, adoro nadar. Este verão vai ser o verão em que vou me reencontrar com a água, depois de tanto tempo.
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Acho que vou começar a usar esse espaço
pra escrever as minhas besteiras pessoais. Não custa nada, nem sei quem é que vai me ler. Mas alguém vai ler, lá em Pindamonhangaba.
A propósito: São Paulo é, disparado, o local que mais acessa o Conselheiro. Em segundo vem o Rio de Janeiro e em terceiro Porto Alegre.
Hoje andei procurando velhos amigos no Google, ex-amigos talvez. Que bom que eles me esqueceram, assim não tenho débito alguma. Aqui proceis.
É bom ser esquecido, dá um estímulo e tanto. E, nos grandes incêndio, a primeira coisa que queima é o livro de "contas a pagar".
Não sei porque disse isso. Ninguém me deve, pelo contrário. Mas acho a frase engraçada, me faz rir.
"Me leva aos paroxismos da hilariedades, faz-me rir a bandeiras despregadas". Também li essa frase em um jornal antigo, dos anos quarenta.
Naquele tempo eles chamavam todo mundo de "bom homem". E hospital era nosocômio. Deficiente mental era "retardado mental".
A gente se desacostuma dessas expressões, que até chocam.
Retardado mental é o dono de um bar que conheço. Disse pra ele que estava completando 89 anos e ele me olhou sério e disse: "E tu é um mentiroso".
Brasileiro não entende ironia, nem a mais primária. Acho que foi o Nelson Rodrigues que disse isso. O povão, com certeza, não entende ironia, nenhuma ironia. Então a gente tem que tomar cuidado.
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Uma amiga - cujo blog acessei - anda escrevendo a vida dela. Mora lá em uma praia do Nordeste, já viajou o mundo, tem muitas histórias, lê pra caramba, é dona de um sebo na beira da praia, muito badalado e que até já foi matéria do Fantástico. Uma celebridade local, a moça. lembro dela uns quinze anos atrás, ou mais. Irmã de uma outra ex-amiga, que agora ganha uma bela grana com negócio de tecelagem.
Pois é. A moça lê pra caramba mas escreve mal pra burro. Vai ver que é o estilo, só pode ser. Ou estava chapada e vomitou tudo na tela, sem cuidar do português.
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A gente vai ficando velho e debochado. E nostálgico também. Mas não vale a pena - a nostalgia, bem entendido.
O ano tá acabando e acho que o outro deve ser melhor. Já enfrentei anos piores que este que está acabando. Me lembro quando estava na cama, com oito parafusos no tornozelo, inútil, só vendo tevê e tendo que andar de muletas. Até hoje me sinto solidário a todos os homens e mulheres de muleta do mundo.
Como disse Kafka (estou meio erudito hoje): a religião é a muleta das almas paralíticas.
Ah, como me invoco com os que dizem "papai do céu"! Prefiro os que tiram ranho do nariz e os que chupam os dentes depois das refeições.

domingo, setembro 19, 2010

Viva Sem Drogas


Dizer que o crack é uma epidemia já virou lugar comum, muito embora pouco ou quase nada se faça a respeito. Mas ver quem são, o que fazem e como reagem os usuários dessa substância seis vezes mais poderosa que a cocaína é outra coisa bem diferente.
Pois eu vi e conheço tais pessoas e elas moram aqui, bem perto de mim, em uma pequena vila popular que tem o sugestivo nome de "Cachorro Sentado". Conheci-os por intermédio de um amigo meu, que fuma crack, bebe e cheira cocaina, sem contar a maconha. É um bom sujeito, trabalha, tem familia e aparenta trinta e poucos anos. Porém é viciado e há tempos não consegue sair dessa. Às vezes sai pela noite, vendendo qualquer coisa de casa, para comprar a pedra.
Uma noite ele foi ao meu apartamento com uma amiga sua - se é que assim se pode chamar os laços entre eles - e, de repente, sem nenhum ceriônia, sacou de um "cachimbo" improvisado, colocou o produto e começou a fumar, junto com a menina, bem mais nova. Ela, muito bonita, inteligente e alegre em estado normal, hoje se prostitui e, se preciso for, rouba para sustentar o vício.
Não sei porque, talvez por curiosidade ou omissão, sei lá, não expulsei-os de casa. Pelo contrário: preso de tal curiosidade quase mórbida passei a observá-los fumando, algo que eu nunca tinha visto antes. Já vi usuários de outras drogas, especialmente cocaína - que deixa o cara agitado na maioria das vezes, falador e se julgando o dono do mundo - mas jamais havia observado a turma da "pedra" sob o seu efeito.
Eles fumaram em silêncio, quase religiosamente - e, então, de repente, o efeito apareceu. Ele começou a andar a passos medidos pela sala, como um felino acuado, olhando tudo e prestando atenção a sons que eu não escutava - não escutava porque simplesmente não existiam. De repente mirou-me desconfiadamente e perguntou: "Você não é polícia não?". Sorri sem jeito e disse que ele me conhecia, e que a pergunta era absurda e sem sentido. Ele, em seguida, colocou a mão nos lábios, e começou a repetir "tá ouvindo?, tá ouvindo?", referindo-se a algum som, real ou imaginário, que vinha do corredor ou da janela. Senti que tinha medo, e isso se refletia no seu rosto. Ela, por sua vez, sentou-se no sofá e subitamente tornou-se triste, sombria e derrotada. Alguns minutos depois, como zumbi, começou a mexer e arranhar a fechadura: tinha medo, queria sair, ir embora, ganhar a rua. Talvez pensasse que eu ia matá-la.
Naquele instante preciso eu soube que estava contemplando a tão falada "neura" ou "nóia" dos viciados do crack, aquele estado em que um monstro abissal e negro emerge das profundezas da alma afetada e mostra o poder das suas garras. Confesso: foi uma visão deprimente que me tocou especialmente.
O que havia ali, naqueles poucos minutos, era a chegada de uma nuvem negra que destruía qualquer possibilidade de alegria ou de esperança, era um homem e uma mulher dominados por algo que puxava-os para baixo - sem exagero, para uma espécie de inferno incompreensível para outra pessoa que neles nãotenha entrado.
Não sou moralista e nem santo, já vi e vivi muitas coisas. Mas contemplar os efeitos do crack me abalou em particular. Abalou porque continuei não entendendo o sentido daquilo, o "barato" da coisa. Caramba, que droga é essa que deixa a pessoa assim, caidaça, e por que uma pessoa curte se transformar nessa coisa escura, desconfiada, medrosa, externando no rosto algo que, mal comparando, a mim se assemelhava ao estado de espírito de alguém que recebeu a notícia da morte de algum amigo ou familiar?, um "estado de luto". (Vitor)

quinta-feira, abril 08, 2010

Começam pesquisas com células-tronco de cordão
A PUCRS e o banco de células-tronco de sangue de cordão umbilical gaúcho ¿ HemoCord ¿ firmaram parceria para buscar novos conhecimentos em tratamentos com células-tronco de cordão umbilical em doenças neurológicas que afetam recém nascidos. O convênio foi assinado entre o Instituto de Pesquisas Biomédicas (IPB) da Universidade e o HemoCord, que está patrocinando um estudo de doutorado em conjunto com profissionais da área biomédica, sob orientação do neurologista Jaderson Costa da Costa. "Essa parceria é resultado da interação entre o IPB e iniciativa privada, que tem orientado as políticas de gestão da instituição, trazendo potenciais benefícios para aplicação mais imediata em saúde", afirma o diretor do Instituto, Paulo Márcio Pitrez.
Palestra trata da psicologia do investidor
As falhas humanas nos mercados financeiros são o tema da palestra que o Laboratório de Mercado de Capitais da PUCRS (Labmec) realiza na próxima segunda-feira, 13 de abril. O tema ¿Psicologia do Investidor¿ será tratado pelo economista e professora da Faculdade de Administração, Contabilidade e Economia (Face) da PUCRS Bernardo Nunes. A atividade será das 18h às 19h, no Labmec, sala 705 do prédio 50, na avenida Ipiranga, 6681. Informações no telefone (51) 3384-4449.
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Curso de Marketing Político na Famecos
Estão abertas as inscrições para o curso de extensão em Marketing Político. A atividade, que é ministrada por Jose Honorato dos Santos Neto, começa no dia 8 de maio e ocorrerá sempre aos sábados. Construção de estratégia de comunicação, pesquisa qualitativa e quantitativa, criação de roteiros de programas de rádio e TV, estudo de cases nacionais e internacionais são alguns dos tópicos abordados no programa.
As inscrições podem ser feitas na Pró-Reitoria de Extensão da Universidade ( Proex), na sala 201 do prédio 40 do Campus (avenida Ipiranga, 6681 - Porto Alegre). Informações complementares pelo telefone (51) 3320-3680.

quarta-feira, abril 07, 2010



Curso capacita para a prevenção ao uso de drogas
As secretarias municipais da Juventude e da Educação, com o Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers) e a Cruz Vermelha Brasileira, realizam a partir da sexta-feira, 9, um curso de capacitação sobre prevenção ao uso de drogas para professores da rede pública municipal, em especial da Educação de Jovens e Adultos (EJA).Objetivos - Denominado "Crack nem pensar. Juventude Ligada na vida", o objetivo é preparar os professores para combater o uso do crack que está chegando às salas de aula. "A educação deve se sobrepor à repressão à droga e aos tratamentos de emergência ou internação psiquiátrica. O combate deve começar em sala de aula, até como forma de reduzir as altas taxas de pacientes que não procuram tratamento", diz o secretário muncipal da Juventude Alexandre Rambo.
O consumo do crack e da cocaína, pelo menos uma vez na vida, é menor entre adolescentes na escola do que aqueles que vivem nas ruas. Mas, o último Levantamento Nacional sobre o Consumo de Drogas Psicotrópicas, entre estudantes do ensino fundamental e médio da rede pública, em 27 capitais brasileiras foi realizado em 2004 e, naquela época, a região Sul apresentava a mais alta prevalência de uso de crack. Porto Alegre liderava o ranking, onde 1,5% dos jovens relataram ter usado a droga pelo menos uma vez na vida, enquanto Curitiba apareceu com 1,2% e Florianópolis, 0,3%. "De lá para cá, houve uma epidemia da droga, o que só fez aumentar nossa responsabilidade em reverter este quadro e elaborar estratégias e políticas públicas para combater o consumo e o vício", afirma Rambo.
Inscrições - Os encontros acontecem às sextas-feiras, das 19h às 22h, em quatro escolas do município, até 26 de novembro e as aulas serão dadas por profissionais de saúde indicados pela Cruz Vermelha Brasileira. As inscrições podem ser feitas nas seguintes escolas:
EMEF Jean Piaget - avenida Major Manoel José Monteiro, s/nº, Parque dos Maias, telefone 3366.2480;‎EMEF Chico Mendes - rua Gentil Amâncio Clemente, s/nº, bairro Mário Quintana, telefone 3387.6400;EMEF Chapéu do Sol - rua Darcy Pereira Pozzi, nº 1, bairro Chapéu do Sol. Telefone 3268.3318‎ eCMET Paulo Freire - rua Jerônimo Coelho, 354, bairro Centro Histórico, telefone 3227.4365.
ProgramaçãoAbril - I Etapa - Valorização da vida - apresentação e construção da autoestimaDia 9 - EMEF Jean Piaget Dia 16 - EMEF Chico Mendes Dia 23 – EMEF Chapéu do SolDia 30 – CMET Paulo Freire
Maio - I Etapa - Valorização da vida - apresentação e construção da autoestimaDia 7 - EMEF Jean PiagetDia 14 - EMEF Chico MendesDia 18 - EMEF Chapéu do SolDia 28 - CMET Paulo FreireJunho - II Etapa - Adolescência - desenvolvimento evolutivo da infânciaDia 4 - EMEF Jean Piaget Dia 11 - EMEF Chico MendesDia 18 - EMEF Chapéu do Sol Dia 25 - CMET Paulo Freire Agosto - III Etapa - Prevenção - histórico das drogas, uso, abuso e dependência, sintomas, sinais e manejoDia 6 - EMEF Jean Piaget Dia 13 - EMEF Chico Mendes Dia 20 - EMEF Chapéu do Sol Dia 27 - CMET Paulo FreireSetembro - III Etapa - Prevenção às drogas - ação e efeitos da SPA e fatores de risco e de proteção Dia 3 -EMEF Jean Piaget Dia 10 - EMEF Chico MendesDia 17 - EMEF Chapéu do SolDia 24 - CMET Paulo FreireOutubro - IV Etapa - Família: tratamento - prevenção, vínculos e manejo da família e tratamentoDia 1º - EMEF Jean PiagetDia 8 - EMEF Chico MendesDia 22 - EMEF Chapéu do SolDia 29 - CMET Paulo Freire Novembro - V Etapa - Encerramento - casos clínicos e avaliação do cursoDia 5 - EMEF Jean PiagetDia 12 – EMEF Chico MendesDia 19 – EMEF Chapéu do SolDia 26 – CMET Paulo Freire/lista
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Especialistas discutem a saúde do recém-nascido
De 8 a 10 abril, o Serviço de Neonatologia do Hospital São Lucas realiza o "2º Simpósio Internacional de Neonatologia de Porto Alegre". O evento, que acontece no auditório do prédio 40 do Campus da PUCRS (avenida Ipiranga, 6681 - Porto Alegre), apresentará os temas "controvérsias na reanimação neonatal", "tratamento da hipertensão pulmonar", "inteligência do recém-nascido", "ventilação não convencional", "UTI Neonatal: novos paradigmas", "assistência individualizada ao prematuro e sua família".
Estarão presentes como palestrantes Jorge Cesar Martinez (Universidad del Salvador/Buenos Aires e coordenador do Comitê de Prevenção de Erros Médicos da Organização Mundial da Saúde), Mikko Hallman (Oulu/Finlândia), Jeffrey Maisels (Oakland/EUA) e Steven Ringer (Harvard/EUA), entre outros especialistas brasileiros.
O evento tem o apoio do Programa de Pós-Graduação em Pediatria/Saúde da Criança, Fundação de Amparo à Pesquisa do RS (Fapergs) e Sociedade de Pediatria do Estado. Informações complementares no site www.pucrs.br/hsl/simposio.
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Cursos de Histórias em Quadrinhos e Charge
A partir deste sábado, 10 de abril, a Faculdade de Comunicação Social (Famecos) da PUCRS realiza os cursos "História em Quadrinhos: História, Análise e Crítica" e "Charge - Desenho de Imprensa". As inscrições podem ser feitas na Pró-Reitoria de Extensão da Universidade, sala 201 do prédio 40 do Campus (avenida Ipiranga, 6681 - Porto Alegre). Informações complementares pelo telefone (51) 3320-3680. As aulas acontecem sempre aos sábados.
Ministrado por Guilherme Sfredo Miorando e Samir Machado de Machado, o curso de História em Quadrinhos mostrará vídeos e documentários sobre a história dos quadrinhos, além de realizar debates sobre o tema. As aulas de Charge, com Neltair Abreu, o Santiago, mesclarão teoria com a prática, abordando a história da charge, discussões entre o grupo e aplicação dos conteúdos. Além disso, durante os quatro encontros, os alunos desenvolverão desenhos individuais.
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Curso Requisitos de Software: Conceitos e Práticas para Equipes Ágeis
A Faculdade de Informática da PUCRS (Facin) está com inscrições abertas para a nova edição do curso "Requisitos de Software: Conceitos e Práticas para Equipes Ágeis". Durante as aulas os participantes aprendem a reconhecer deficiências da comunicação humana no processo de captação de análise de requisitos. Além disso, são oferecidas técnicas para elaboração de um Product Backlog simples e eficiente. As inscrições podem ser feitas na Pró-Reitoria de Extensão da Universidade (Proex), na sala 201 do prédio 40 do Campus (avenida Ipiranga, 6681 - Porto Alegre). Informações pelo telefone (51) 3320-3680.
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Ivo Pitanguy na UNITV

O programa "UNITV - Entrevistas e Debates" apresenta nesta quinta-feira, 8 de abril, às 22h, entrevista com o cirurgião plástico Ivo Pitanguy. O famoso médico, ícone na área de cirurgia plástica estética e reparadora, conversa com o jornalista Carlos Alberto Carvalho. Pitanguy, que foi agraciado pela PUCRS com o título de Doutor Honoris Causa, lembra o início de sua carreira, fala sobre a banalização da cirurgia plástica e a importância da família, entre outros assuntos. A atração pode ser assistida na UNITV - TV Universidade, canal 15 da NET Porto Alegre, ou pelo site www.unitv.tv.br nos seguintes dias e horários alternativos: 9 de abril, às 19h; 10 de abril, às 22h; 11 de abril, às 22h e 12 de abril às 13h30min.
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Laboratório de Geoprocessamento recebe visitas de escolas
O Laboratório de Tratamento de Imagens e Geoprocessamento (LTIG), do curso de Geografia da PUCRS, agenda visitas gratuitas para alunos do ensino fundamental, de 5a a 8a série, e ensino médio. Os estudantes podem observar, em imagens de satélites, parques e outros pontos da cidade de Porto Alegre. Por meio de um simulador, é possível a conexão com diversos sensores que estão na órbita terrestre. O objetivo é proporcionar aos visitantes noções sobre imagens de satélites geoprocessadas e georreferenciadas e enfatizar o potencial da ciência geográfica na análise do espaço. As visitas ocorrem de quarta a sexta-feira, à tarde. Informações e agendamentos podem ser obtidos, a partir das 14h, pelo telefone (51) 3320-3500, ramal 4192 ou no site www.pucrs.br/ffch/lab-geo.
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Especialização em Prática em Terapia Intensiva na Faenfi
A Faculdade de Enfermagem, Nutrição e Fisioterapia da PUCRS (Faenfi) promove o curso de especialização "Prática em Terapia Intensiva". Coordenada pela professora Maria Cristina Lore Schilling, a iniciativa tem como objetivo capacitar os enfermeiros, nutricionistas e fisioterapeutas para o tratamento de pacientes críticos.
O curso tem um enfoque predominantemente prático, com diversas atividades desenvolvidas nas Unidades de Terapia Intensiva do Hospital São Lucas. As inscrições acontecem até 23 de abril no site www.pucrs.br/faenfi. Informações adicionais pelo telefone (51) 3320-3646 ou pelo e-mail faenfi-pg@pucrs.br.
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Faculdade de Letras aplica TOEFL
A Faculdade de Letras da PUCRS (Fale) aplicará o exame de proficiência de língua inglesa TOEFL, na modalidade Internet-based test, no dia 10 de abril. A prova avalia a competência de candidatos a universidades e centros de estudos em países de língua inglesa. Os interessados podem inscrever-se e pagar a taxa com cartão de crédito pelo site www.ets.org. A próxima avaliação está marcada para o dia 24 de abril.
O teste será aplicado às 10h, no Laboratório de Línguas da Fale, localizado no 5º andar do prédio 8, no Campus da Universidade (avenida Ipiranga, 6681 - Porto Alegre). É necessário levar documento com foto e comprovante de inscrição. Informações adicionais pelo telefone (51) 3320-3528.
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terça-feira, abril 06, 2010

Açorianos de Música será entregue no dia 28
A revelação dos vencedores e a entrega do Prêmio Açorianos de Música 2009 acontece no Theatro São Pedro, no dia 28, às 20h30, com entrada gratuita. O júri é composto por Betha Teixeira, Claudinho Pereira, Daniel Soares, Divox, Domício Grillo, Evandro Matté, Geraldo Flach, Ivo Ladislau, Juarez Fonseca, Luís Bíssigo, Luis Henrique Fontoura, Luizinho Santos, Marcelo Nadruz, Márcio Paz, Mary Mezzari, Nilton Fernando, Norminha Duval, Paulo Moreira, Rosana Orlandi, Thadeu Malta, Tiago Flores e Zé Augusto Marques. Relação dos indicados: Homenageado do AnoGeraldo Flach
Menções especiaisColeção Mario Quintana para a Infância (Aprata) pelo trabalho socialRei Magro Produções (Projetos 2ª Maluca e Ocidente Acústico)Teatro do CIEEZilah Machado
Categoria Disco Infantil"Planetinha colorado" de Beto Herrman"As Aventuras de Manoelito, o palhacinho" de Jottagá Categoria DVD do Ano"40 anos - ao vivo no Ocidente" de Nei Van Sória"40 anos sempre gaúchos" de Os Serranos"Autorretrato" de Kleiton & Kledir"Nada Ópera?" de Reação em Cadeia"Xquinando na Travessa Azevedo 79" de Marcelo Corsetti e XquinasCategoria Espetáculo do Ano"Alma Equilibrista" de Adriana Deffenti"Bah" de Quartchêto"Cidade Baixa" de Fausto Prado e Caetano Silveira"Canto Prometido" de Juliano Barreto"Realidade Paralela" de Realidade Paralela
RevelaçãoFilipe Catto por "Saga"Juliano Barreto por "Canto Prometido"Renato Muller por "Garatuja"Volantes por "Sobre gostar e esperar"Pedro Franco por diversos espetáculos
Categoria ArranjadorJames Liberato e Thiago Colombo por "Trezegraus" Leonardo Ribeiro por "Ponto de Fronteira"Maurício Marques por "Milongaço"Quartchêto por "Bah"Toneco da Costa por "Inverno"
Categoria Produtor MusicalDuca Leindecker por "Ao vivo em Porto Alegre" de Pouca VogalGelson Oliveira por "Ziringuindin" de Zilah MachadoJonathan Correa por "Nada Ópera?" de Reação em CadeiaJuliano Barreto por "Canto Prometido" de Juliano Barreto e "Tridimensional" de Gelson OliveiraFausto Prado por "Cidade Baixa"
Categoria Produtor ExecutivoAntonio Meira por "Paz e amor acústico" de Nenhum de Nós e "Paulinho Supekovia"Inês Hubner por "Inverno" de Toneco Costa, "Trezegraus" de Trezegraus e "Navegador do Rio Esperança" de Paulinho Pires Iremar Pereira por "Ao vivo em Porto Alegre" de Pouca VogalMárcio Gobatto por "Milongaço" de Maurício Marques, "Tridimensional" de Gelson Oliveira e "Cidade Baixa" de Fausto Prado e Caetano SilveiraSilvia Abreu por "Ziringuindin" de Zilah Machado
Categoria Projeto GráficoNoz.Art / Mateus Grimm por "Bah" de QuartchêtoMelissa Mattos por "Ao vivo em Porto Alegre" de Pouca VogalDiego Antunes e Eduardo Antunes por "Cidade Baixa" de Fausto Prado e Caetano SilveiraOtávio Mastroberti por "Volume 3" de Frank JorgeDeskTop por "Sul" de Paulinho Cardoso
Categoria Disco- Gênero RegionalCompositorElton Saldanha por "Rio Grande Tchê", "40 anos sempre gaúchos" e As melhores dos 15 anos de estrada"Érlon Péricles por "Rio Grande Tchê" e "Pedindo Cancha"Mauro Moraes por "Só as confirmadas"Miro Saldanha por "O rastro e a poeira"Nilo Brum por "Retratos do sul"
IntérpreteCristiano Quevedo por "As melhores dos 15 anos de estrada"Joca Martins por "Cavalo crioulo 2"Juliano Javoski por "Coração de chamamé"Pirisca Grecco por "Comparsa elétrica"Wilson Paim por "Ao vivo na Casa de Cultura"
InstrumentistaEdison Campagna por "Já vem no sangue" e Grupo Rodeio 25 anos"Luciano Maia por "Encomenda"Márcio Rosado por "Rio Grande Tchê", "Retratos do sul" e "Ao vivo na Casa de Cultura"Negrinho Martins por "Cavalo Crioulo 2"Porca Véia por "De alma serrana"
Disco"Cantadores do Litoral" de Cantadores do Litoral"Comparsa Elétrica" de Pirisca Grecco"Encomenda" de Luciano Maia"Hermanos Pampeanos" de Sonido del Alma Gaucha"Pedindo Cancha" de Rui Biriva
- Gênero InstrumentalCompositorLuciano Maia por "Bah"Maurício Marques por "Milongaço"Toneco da Costa por "Inverno"Lucio Yanel por "Mistérios do Chamamé"
InstrumentistaLúcio Yanel por "Mistérios do Chamamé"Maurício Marques por "Milongaço"Paulinho Cardoso e Léo Ferrarini por "Sul"Renato Müller por "Garatuja"Toneco da Costa por "Inverno"
Disco"Bah" de Quartchêto"Inverno" de Toneco da Costa"Milongaço" de Maurício Marques"Sul" de Paulinho Cardoso"Trezegraus" de Trezegraus
- Gênero Pop/RockCompositorAlexandre Missel por "A dobra" de MiSSelanea KArthur Teixeira por "Sobre gostar e esperar" de VolantesFrank Jorge por "Volume 3"Léo Ferlauto por "Simples_mente"Lucas Hanke por "Antiguidades x modernidades" de Identidade
IntérpreteDuca Leindecker por "Ao vivo em Porto Alegre" de Pouca VogalEvandro Bitt por "Antiguidades x modernidades" de IdentidadeFrank Jorge por "Volume 3"Jonathan Correa por "Nada ópera?" de Reação em CadeiaLéo Ferlauto por "Simples_mente"
InstrumentistaDuca Leindecker por "Ao vivo em Porto Alegre" de Pouca VogalFapo por "Fapo e os humanóides"João Vicente por "Paz e amor acústico" de Nenhum de NósLucas Hanke por "Antiguidades x modernidades" de IdentidadePedro Pastoriz por "La vaporisation" de Les Responsables
Disco"Antiguidades x modernidades" de Identidade"Cefalus ne esquentatum" de Relógios de Frederico"Simples_mente" de Léo Ferlauto"Sobre gostar e esperar" de Volantes"Volume 3" de Frank Jorge
- Gênero MPBCompositorGelson Oliveira por "Tridimensional"Leonardo Ribeiro por "Ponto de Fronteira"Kleiton & Kledir por "Autorretrato"Paulinho Pires por "Navegador do rio Esperança"Zilah Machado por "Ziriguindim"
Intérprete Juliano Barreto por "Canto prometido"Kako Xavier por "Minha Praia" de "Kako Xavier e a Tribo MaçambiqueiraVanessa Longoni por "Realidade Paralela" e "Navegador do Rio Esperança"Zilah Machado por "Ziriguindim"Alex Alano, Ana Krüger e Andrea Cavalheiro por "Cidade Baixa" de Fausto Prado e Caetano Oliveira
Instrumentista Angelo Primon por "Realidade Paralela"Julio Rizzo por "Navegador do Rio Esperança" de Paulinho PiresMarcelo Corsetti por "Realidade Paralela"Paulinho Fagundes por "Canto prometido" de Juliano Barreto e "Tridimensional" de Gelson OliveiraRoberto Moraes por "Os grandes sucessos da MPB na harmônica de boca"
Disco"Cidade Baixa" de Fausto Prado e Caetano Silveira"Minha Praia" de Kako Xavier e a Tribo Maçambiqueira"Navegador do Rio Esperança" de Paulinho Pires"Realidade Paralela" de Realidade Paralela"Ziriguindim" de Zilah Machado
- Gênero Blues/JazzCompositorDaniel Rosa por "Viajero" de Daniel JazzTripOly Jr. por "Milonga Blues"
IntérpreteAle Ravanello por "Live at Mr. Jones" de Ale Ravanello Blues ComboOly Jr. por "Milonga Blues"
InstrumentistaDaniel Rosa por "Viajero" de Daniel JazzTripMano Gomes por "Viajero" de Daniel JazzTripNico Bueno por "Viajero" de Daniel JazzTrip
Disco"Viajero" de Daniel Jazztrip"Conjunto bluesgrass porto-alegrense" de Conjunto Bluesgrass porto-alegrense"Milonga Blues" de Oly Jr.
- Gênero EruditoCompositorDimitri Cervo por "Série Brasil 2010"
IntérpreteCarmelo de Los Santos por "Sonatas Brasileiras"Ney Fialkow por "Sonatas Brasileiras"Quinteto Persch por "Quinteto Persch"
InstrumentistaAdriano Persch por "Quinteto Persch"Carmelo de Los Santos por "Sonatas Brasileiras"Cibele Endres por "Série Brasil 2010" de Dimitri CervoNey Fialkow por "Sonatas Brasileiras"Paulo Inda por "Série Brasil 2010" de Dimitri Cervo
Disco"Quinteto Persch" de Quinteto Persch"Série Brasil 2010" de Dimitri Cervo"Sonatas Brasileiras" de Carmelo de Los Santos
- Gênero RapCompositorAJ 04 por "Só Deus pode nos julgar" de CNBoysEpisódio 1 por "Fale o que quiser"Tchano por "Pros manos e pras minas" de Novament"s
IntérpreteAJ 04 por "Só Deus pode nos julgar" de CNBoysLucas Vox por "Fale o que quiser" de Episódio 1Tchano por "Pros manos e pras minas" de Novament"s
Disco"Fale o que quiser" de Episódio 1"Pros manos e pras minas" de Novament"s"Só Deus pode nos julgar" de CNBoys













Catedral Metropolitana no roteiro de caminhada pelo Centro
A próxima edição da caminhada orientada do Viva o Centro a Pé será em 10 de abril, sábado, com orientação do arquiteto Luiz Merino Xavier. O roteiro de aproximadamente duas horas terá saída às 10h do Caminho dos Antiquários, passando pela rua Fernando Machado, avenida Duque de Caxias, Pinacoteca Ruben Berta (com interiores) e Catedral Metropolitana.
As inscrições devem ser feitas pelo e-mail vivaocentroape@gmail.com ou pelo telefone 3333-1873. O valor é um quilo de feijão ou arroz, óleo de cozinha ou uma lata de leite em pó. As doações serão encaminhadas a instituições do município. As inscrições por e-mail devem ser feitas até 9 de abril, sexta-feira, às 14h. Em caso de chuva, a atividade será transferida para o sábado seguinte.
Quem orienta - Luiz Merino Xavier é arquiteto da Equipe do Patrimônio Histórico e Cultural (EPAHC), mestre em Planejamento Urbano e Regional e consultor de patrimônio cultural do Projeto Monumenta, da Secretaria Municipal da Cultura (SMC).
Caminho dos Antiquários - Para revitalizar a área central, o espaço repleto de lojas de antiguidades foi transformado em uma grande feira a céu aberto. A rua Marechal Floriano é fechada entre a Fernando Machado e a Demétrio Ribeiro, e as lojas colocam os produtos na rua.
As caminhadas do Viva o Centro a Pé são realizadas duas vezes por mês, sempre aos sábados, orientadas por professores especialistas em história ou arquitetura. A promoção é das secretarias do Planejamento Municipal (SPM) e da Cultura (SMC), do Programa Viva o Centro e do Gabinete da Primeira-dama.








Gestão no Terceiro Setor é tema de especialização

Estão abertas até o dia 9 de abril as inscrições para o curso de especialização em "Gestão no Terceiro Setor", da Fundação Irmão José Otão (Fijo). O curso busca qualificar profissionais para a gestão de organizações do Terceiro Setor, com senso ético e competências teóricas e metodológicas.
As aulas serão realizadas na sede da Fijo, prédio 2 do Campus da PUCRS (avenida Ipiranga, 6681 - Porto Alegre), de abril de 2010 a julho de 2011, quinzenalmente, às terças, quartas e quintas-feiras, num total de 360 horas/aula.
As inscrições podem ser feitas pelo site www.fijo.org.br. Alunos egressos da PUCRS ficam isentos da taxa de inscrição e têm 10% de desconto no valor do curso. Informações pelo e-mail cursos@fijo.org.br ou pelo telefone (51) 3205-3100.
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Especialização em Projeto de Produto Industrial
A Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da PUCRS (FAU) está com inscrições abertas para uma versão atualizada do curso de pós-graduação em "Design / Especialização em Projeto de Produto Industrial", realizado pela primeira vez em 1985. A ideia é capacitar o aluno para atuar com novas soluções de produtos em segmentos da indústria de transformação e desenvolvimento de produtos seriados. A especialização é voltada para profissionais graduados, envolvidos com concepção e desenvolvimento de produtos, em especial designers, arquitetos e engenheiros. As aulas ocorrerão às sextas-feiras à tarde e à noite e aos sábados pela manhã.
As inscrições podem ser realizadas até o dia 14 de maio pelo site www.pucrs.br/fau/pgdesign. Informações adicionais pelo telefone (51) 3320-3564, e-mail arquitetura@pucrs.br ou na FAU, prédio 9 do Campus (avenida Ipiranga, 6681 - Porto Alegre).
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Exposição retrata Arquitetura Moderna em Porto Alegre
Até o dia 14 de abril o Museu de Ciências e Tecnologia da PUCRS (MCT) recebe a exposição fotográfica "Arquitetura Moderna em Porto Alegre". A mostra busca valorizar a produção arquitetônica da Capital e presta uma homenagem ao livro de mesmo nome dos arquitetos Alberto Xavier e Ivan Mizoguchi, publicação que se tornou um referencial no assunto. As fotos foram feitas pelo arquiteto Marcelo Donadussi, formado na PUCRS, e retratam 13 prédios constantes no livro, mostrando o estado de conservação e principalmente a qualidade arquitetônica dessas edificações. A organização é dos profissionais Guilherme de Almeida, João Gallo e Marcos Bueno, também diplomados pela Universidade, e o projeto gráfico é do designer Pedro Biz.
A mostra pode ser visitada na Sala de Multiatividades do MCT, no 3º andar do prédio 40, no Campus da Universidade (avenida Ipiranga, 6681 - Porto Alegre), de terças a domingos, das 9h às 17h. Informações adicionais pelo telefone (51) 3320-3597 ou no site www.pucrs.br/mct.
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Curso de Áudio Profissional na Famecos

A Faculdade de Comunicação Social da PUCRS (Famecos) recebe inscrições para o curso de Áudio Profissional. Durante as aulas serão abordados conceitos de áudio digital e analógico, acústica básica, equalizadores, crossovers, compressores e limitadores, reverberadores e processadores de efeito, mixagem, masterização, entre outros. A atividade, ministrada por Alberto Freire Raguenet e Marcos Alexandre da Costa Abreu, ocorre de 8 de maio a 26 de junho, sempre aos sábados, das 9h às 12h. As inscrições podem ser feitas na Pró-Reitoria de Extensão da Universidade, sala 201 do prédio 40 do Campus (avenida Ipiranga, 6681 - P orto Alegre). Informações complementares pelo telefone (51) 3320-3680.
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16º Erematsul é realizado na Universidade
De 3 a 6 de junho, a PUCRS sedia o "16º Encontro Regional de Estudantes de Matemática do Sul" (Erematsul). O evento tem como objetivo favorecer o desenvolvimento de conhecimentos na área e proporcionar o diálogo e a troca de informações entre estudantes, educadores e pesquisadores. Nesta edição, a primeira a ser realizada na Universidade, os temas para debate serão "Matemática Pura", "Matemática Aplicada e Computacional", "Educação Matemática" e "Estatística e Probabilidade".
As inscrições acontecem pelo site www.pucrs.br/eventos/erematsul até 26 de maio. Após essa data, os interessados devem procurar a Pró-Reitoria de Extensão da Universidade (Proex), na sala 201 do prédio 40 do Campus (avenida Ipiranga, 6681 - Porto Alegre). Informações complementares pelo telefone (51) 3320-36531.


Pauta é a nova assessoria de comunicação da Paquetá
Empresa passa a responder pelo relacionamento com a imprensa e produção de conteúdo das marcas
A Pauta Assessoria, das sócias Lelei Teixeira e Vera Carneiro, é a nova assessoria de comunicação da rede de varejo Paquetá, incluindo as marcas Paquetá, Paquetá Esportes e Gaston. Com sede em Porto Alegre e escritório próprio em São Paulo, a Pauta passa a responder pelo relacionamento com a imprensa e produção de conteúdo das marcas.
A Paquetá comercializa calçados, acessórios femininos, masculinos e material esportivo e atua no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Rio de Janeiro com 35 lojas próprias e 19 franquias. As agências Competence e Dez Propaganda, de Porto Alegre, são as responsáveis pelas contas publicitárias das marcas Paquetá e Gaston e Paquetá Esportes, respectivamente.
Outros clientes atendidos pela Pauta Assessoria são a AmBev, a AGCO do Brasil, Valtra, agência Escala, Moinhos Shopping, Coza, Museu de Arte do Rio Grande do Sul, Casa de Teatro de Porto Alegre, Festival Internacional de Cine de Punta del Este, Festival Brasileiro de Quilt e Patchwork, Fio de Linha e os atores Werner Schünemann e Tarcísio Filho. COLETIVA.NET





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segunda-feira, abril 05, 2010

3º Encontro do Núcleo Gaúcho de História da Mídia será na PUCRS
A Faculdade de Comunicação Social da PUCRS (Famecos) sedia na próxima segunda e terça-feira, dias 12 e 13 de abril, o 3º Encontro do Núcleo Gaúcho de História da Mídia (Alcar-RS), no auditório do prédio 7 do Campus (avenida Ipiranga, 6681 - Porto Alegre). O escritor, professor da Faculdade de Letras e coordenador do Delfos - Espaço de Documentação e Memória Cultural da PUCRS Luiz Antonio de Assis Brasil realiza a palestra de abertura, às 19h. O tema será "Qorpo Santo: vida e obra de um gaúcho". Na terça pela manhã a mesa-redonda "Estratégias para pesquisas em História da Mídia" reunirá os professores Francisco Rüdiger, da Universidade, Jiani Bonin, da Unisinos, e Juracy Assmann, da Feevale.
Serão trabalhados assuntos relacionados a história da comunicação institucional, mercadológica, tecnológica, midiática e sobre memória e identidade. O público alvo são alunos de história, comunicação e interessados em geral. Informações pelo e-mail, cpmoura@pucrs.br, com a professora da Famecos Claudia Moura. A entrada é franca.

Sobremesa Musical abre temporada de apresentações
Nesta quarta-feira, 7 de abril, o projeto Sobremesa Musical abre a temporada 2010. Na ocasião, a Orquestra Filarmônica da PUCRS, sob a regência do maestro Frederico Gerling Junior, executará obras de Strauss, Dvorak, Waldteufel, Ketelby e Saint Saëns.
A atividade tem entrada franca e é realizada todas as quartas-feiras, das 13h às 13h30min, no átrio da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da PUCRS, prédio 9 do Campus (avenida Ipiranga, 6681 - Porto Alegre). A cada semana se apresenta um dos grupos da Orquestra (cordas, metais, trombones e percussão, entre outros), com um repertório variado e contemporâneo. Também são aceitas sugestões para as próximas semanas, que podem ser enviadas pelo site www.pucrs.br/icm. A promoção é do Instituto de Cultura Musical. Informações adicionais pelo telefone (51) 3320-358 2.



PUCRS lança laboratório de informática de alto desempenho
Um laboratório capaz de qualificar as pesquisas nas áreas de Física, Química, Biologia e das novas ciências, como a Bioinformática, permitindo resultados mais precisos em menos tempo será inaugurado na PUCRS no próximo dia 22 de abril, às 11h. O Laboratório de Alto Desempenho (LAD), vinculado ao Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento (Ideia), integrará grupos de pesquisa, funcionando como um laboratório de capacitação de recursos na área de alto desempenho, mais rápido e ágil.
Muitas vezes as ferramentas que são utilizadas em uma área podem ser aplicadas em outra completamente diferente. De acordo com o coordenador do LAD, professor César De Rose, os equipamentos instalados no laboratório são de última geração e vão permitir o compartilhamento de recursos. "Os modelos que analisam a estrutura de materiais usados por engenheiros na construção de pontes, por exemplo, podem ser aplicados na odontologia para verificar a qualidade e a estrutura de próteses dentárias. Outro exemplo é a aplicação de técnicas de computação gráfica em diversas áreas, como Medicina e Física", elucida De Rose.
O ganho de tempo é outro ponto forte do LAD. À medida que as ferramentas estiverem instaladas e otimizadas para executarem tarefas nestas grandes máquinas, as outras áreas que utilizam o mesmo recurso para diferentes fins se aproveitarão dessas melhorias na qualidade de resultados e redução no tempo de execução. Uma simulação realizada por um grupo de pesquisa da Faculdade de Física, que normalmente levaria um mês, pode ser realizada em três dias. "Tem-se a expectativa de aumentar ainda mais os ganhos demonstrados atualmente em até vinte vezes do que já foi obtido, dependendo do caso", esclarece o coordenador.
"Com esse laboratório a Instituição avança na consolidação dos meios e instrumentos para a qualificação da pesquisa científica e tecnológica na Universidade e para a sociedade como um todo", afirma o diretor do Ideia, Carlos Nelson dos Reis. Além de serem treinados com cursos regulares, os usuários também poderão promover atividades para o público interno e externo da Universidade. As máquinas, especialmente construídas para lidar com aplicações que demandem grande poder computacional, possuem centenas de processadores e uma grande capacidade de armazenamento de dados (disco). Elas vão ficar à disposição dos pesquisadores que podem solicitar esta utilização como serviço ao Ideia.
O laboratório está localizado na sala 120 do prédio 32, (entrada pela lateral do prédio), no Campus da Universidade (avenida Ipiranga, 6681 - Porto Alegre) e sua composição tem aportes econômicos da Petrobrás, Dell, Microsoft, HP e outros, bem como recursos de agências de fomento como Fapergs, CNPq e Finep.

Processamento de Alto Desempenho (PAD)
O Processamento de Alto Desempenho (PAD) é uma ferramenta indispensável em diversas áreas de pesquisa. Alguns ramos da ciência não se sustentariam sem essa alta capacidade computacional. O termo e-Science define a ciência que se torna viável somente por meio do uso intensivo de recursos de informática, como simulações sociais, física de partículas, matemática computacional e bioinformática, que necessitam de grande poder de processamento e de armazenamento de dados.
A Universidade possui diversos grupos de pesquisa instalados nos cursos de Informática, Engenharia, Matemática, Física, Química e Biologia. Estudantes dessas Faculdades recorriam a máquinas de grupos parceiros (geralmente no exterior) ou tentavam, por meio de recursos aos órgãos governamentais, a aquisição de equipamentos próprios para realização de tarefas que exigissem alto poder computacional. Com a implantação do LAD, os usuários terão um modelo centralizado de laboratório, que disponibilizará computadores mais poderosos, capazes de obter resultados mais exatos, em menor tempo.
Universidade inaugura Laboratório de Inteligência Comercial Internacional
Foi inaugurado na quarta-feira, 31 de março, o Laboratório de Inteligência Comercial Internacional (Labicin), na PUCRS, uma parceria com a Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs), Centro Internacional de Negócios (CIN) e a Fundação Irmão José Otão (Fijo). O laboratório é planejado para ampliar a interação com o mundo empresarial, considerando que a aproximação com o mercado de trabalho é um dos objetivos da Faculdade de Administração, Contabilidade e Economia (Face).
O Labicin também pretende atender demandas de internacionalização das indústrias do Estado com a realização de estudos e pesquisas no mercado internacional. A equipe é liderada pelo coordenador do curso de Comércio Internacional, Sandro Cé. Estiveram presentes o Reitor, Joaquim Clotet, o presidente da Fiergs, Paulo Tigre, representantes da Fijo, estudantes, pós-graduandos e professores da Face, entre outros. "Estou satisfeito com a importante parceira que inauguramos. Esse espaço ajudará no crescimento do RS e das indústrias, além de melhorar o conhecimento dos estudantes e ampliar as pesquisas dos professores", disse Clotet.
Tigre lembrou que muito se tem falado sobre inteligência comercial, e que o estado tem uma grande capacidade exportadora. "O desafio é conquistar novos rumos e gerar novos espaços para a economia do RS. Saber o que o mercado pede e conhecer bem o que temos para atender essa demanda é fundamental", afirmou, ao ressaltar uma das missões do novo laboratório.
Cé revelou que o laboratório já está com três estudos de mercados finalizados, que identificaram produtos portadores de futuro em quatro países da União Europeia, nos setores de alimentos, biomedicina, e Tecnologia da Informação. "Veremos a tendência desses produtos nesse mercado", projeta o coordenador. Além disso, foram atendidas oito empresas gaúchas, nos setores de máquinas agrícolas, setor químico, construções metálicas e de componentes automotivos, entre outros.
Com o Labicin, o contato com instituições internacionais e o fortalecimento das relações de comércio locais será facilitado. A intenção é que o espaço se torne uma referência para a comunidade acadêmica e público externo, e que atue também no treinamento e na capacitação em comércio internacional. Está instalado na sala 1002 do prédio 50 do Campus (avenida Ipiranga, 6681 - Porto Alegre) e desenvolve atividades desde setembro, com quatro alunos de graduação do curso e uma mestranda, analista de negócios.

Professores debatem línguas estrangeiras
O 5º Encontro de Professores de Línguas Estrangeiras do Município de Porto Alegre começa dia 8 de abril. Promovido desde 2005 pela Coordenação de Línguas Estrangeiras da Secretaria Municipal de Educação (Smed), o evento tem como objetivo a sistematização das discussões realizadas ao longo dos cinco anos a respeito do referencial curricular da área, além da apresentação da nova estrutura da Smed e da discussão a respeito da implementação dos livros de Língua Estrangeira ao Programa Nacional do Livro Didático em 2011.
Segundo Joice Armani Galli, coordenadora do evento, as primeiras atividades ocorrerão em duas edições: das 10h às 14h e das 14h às 18h. O evento será realizado na Sala Leste do Santander Cultural (rua Sete de Setembro, 1028, Centro Histórico). A programação pode ser visualizada clicando aqui. "No primeiro semestre teremos encontros regionalizados e no segundo por especificidade da língua", explica. A primeira reunião visa à socialização das orientações das Línguas Estrangeiras no ano letivo em curso e está aberta a todos os professores de línguas estrangeiras da rede municipal de ensino. As inscrições podem ser realizadas no dia e local do evento ou aqui. Ao término de cada encontro será fornecido atestado de presença. Após 30 de novembro, quando se encerram as atividades, será elaborado o certificado do Encontro de Professores de Línguas Estrangeiras do Município de Porto Alegre (Eplen).





Smic apoia Exposição de Orquídeas no Largo Glênio Peres

Entre quarta-feira, 7, e sábado, 10, o Largo Glênio Peres estará sedianto a 2ª Exposição de Orquídeas de Porto Alegre, apoiada pela Secretaria Muncipal da Produção, Indústria e Comércio (Smic) e Emater-RS.O evento funcionará das 8h às 19h com a venda de plantas. A mostra inclui orquídeas de três habitats: árvores, terrestres e pedras, desde as maiores flores conhecidas até as micro-orquídeas, recém-valorizadas no mercado mundial e que muitas vezes dependem de lupas para serem admiradas. Também estão à venda bromélias das mais variadas cores e tamanhos.No sábado, 10, das 9h às 12h, nos altos do Mercado Público, na sala 10, será realizado um curso básico de cultivo de orquídeas com vagas limitadas. As inscrições podem ser feitas através do e-mail orquideas@bol.com.br ou pelos telefones: 9914-8078 ou 9360-7363.O Circulo Gaúcho de Orquidófolos existe desde 1949 e reúne 80 associados. Vinte produtores têm orquidários com produção entre mil e 500 mil plantas. Para destacar o evento, a 2ª Mostra de Orquídeas acontecerá num pavilhão de 300 metros quadrados no Largo Glênio Peres e conta com um rico conjunto de plantas para coleções de espécies e híbridos.







sexta-feira, abril 02, 2010





Mariana Weickert filma para Paquetá
Apresentadora da GNT participa da campanha de lançamento da marca ‘Pra você andar sempre na moda’

A Competence criou para a Paquetá o filme que lança o novo conceito da marca ‘Pra você andar sempre na moda’. Quem estrela é a apresentadora do GNT, Mariana Weickert. O comercial foi produzido pela Cápsula, em Porto Alegre. A direção é de Robson Langhammer, styling de As Modistas (Mariana Pesce e Roberta Ahrons) e make up de Aline Matias.
Além do comercial, Mariana gravou um programa exclusivo para internet. As dicas da apresentadora poderão ser conferidas no site da Paquetá. Mariana também participa do desfile da Paquetá no Donna Fashion Iguatemi, marcado para o dia 9 de abril. Ela exibirá os sapatos da coleção Outono-Inverno, representando a versatilidade, o conforto e a beleza dos novos modelos.
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quinta-feira, abril 01, 2010


Smic realiza Feira do Gibi no Mercado
Neste sábado, 3, será realizada pela Secretaria Municipal da Produção, Indústria e Comércio (Smic) mais uma edição da Feira do Gibi no 2° andar do Mercado Público das 9h às 18h. Os oito expositores oferecerão ao público mais de cinco mil gibis, entre eles clássicos dos anos 1940 e 1960, como Guri, Zorro e Fantasma. O coordenador da Feira do Gibi, João Moacir, ressalta que as revistas antigas são as mais procuradas no evento. "Os colecionadores especializados e o público em geral têm a chance de encontrar exemplares raros já fora de circulação, bem conservados e com bom preço", diz. A Feira do Gibi é realizada no Mercado Público desde 2002. A coordenação da feira estima receber a visita de mais de 300 pessoas às bancas.













ZH promove concurso cultural de Páscoa
Seis melhores textos, enviados por crianças de até 12 anos, serão publicados na edição dominical
O jornal Zero Hora está promovendo um concurso cultural de Páscoa. ‘Onde está o Coelhinho?’ é aberto a crianças de até 12 anos. Os seis melhores textos enviados pela internet até o meio-dia desta quinta-feira, 1º, com um final para a história ‘Mistério no Domingo de Páscoa’, do jornalista e escritor Carlos Urbim, serão publicados na edição dominical.
Os textos para a promoção devem ser encaminhados para o site do veículo. Nele também está publicado o início da história de Urbim, patrono da última Feira do Livro de Porto Alegre, além de várias dicas para auxiliar na produção das crianças.



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Prefeitura mantém serviços essenciais no feriado de Páscoa
No feriado de Páscoa, de 2 a 4 de abril, a prefeitura mantém os serviços descritos a seguir. Na quinta-feira, 1º de abril, é ponto facultativo a partir do meio-dia. LIMPEZA URBANA - Atendimento de coleta normal na quinta-feira, 1º, sexta-feira, 2, e sábado, 3. Coleta domiciliar, coleta seletiva, coleta de lixo público e capina normais. Varrição, na Sexta-feira Santa, das 8h às 13h. Todas as seções operacionais trabalharão das 8h às 13h. O DMLU atende pelo telefone 3289-6999.
ÁGUA E ESGOTOS - O plantão do Departamento Municipal de Água e Esgotos (Dmae) pelo telefone 115 atende solicitações de serviços, como consertos de fugas d´água e de extravasamento de esgoto cloacal; esclarece alguns assuntos da área comercial; recebe denúncias de ligações clandestinas de água e reclamações referentes a água e esgoto cloacal. Os postos de atendimento comercial da Azenha, Moinhos de Vento, Zona Leste e Zona Norte estarão fechados no feriado e na quinta-feira, estarão abertos até o meio-dia.ESGOTOS PLUVIAIS - O plantão no Departamento de Esgotos Pluviais (DEP) funciona das 8h30 às 17h. Urgências podem ser encaminhadas para o telefone 3289-2200. Zonais: Centro (3289-2344 e 3289-2345), Sul (3289-2388 e 3289-2389), Norte (3289-2370 e 3289-2371) e Leste (3289-2359 e 3289-2356).
TRANSPORTE - A EPTC atenderá pelo fone 118 (24 horas) para informações e reclamações sobre trânsito e transporte. Feriado com frota de ônibus reduzida.
LINHA TURISMO - Em função da realização da poda, a Linha Turismo não circulará na quinta-feira, 1º de abril. Nos demais dias (Sexta-feira Santa, sábado e domingo), os roteiros circularão normalmente, com saídas do Roteiro Tradicional às 9h e às 15h30 e Zona Sul às 10h30 e 13h30. Devido ao feriado, recomenda-se que os interessados façam reservas para garantir lugares no ônibus pelos telefones 3289-6744 ou 3289-6745.
ATENDIMENTO AO TURISTA - SAT Mercado do Bom Fim (aberto diariamente, das 9h às 18h), SAT Aeroporto Internacional Salgado Filho (aberto diariamente, das 8h às 22h), SAT Centro Histórico (aberto no sábado das 9h às 18h, fechado sexta e domingo), SAT Usina do Gasômetro (aberto diariamente, das 9h às 18h), SAT Linha Turismo (aberto diariamente, das 8h às 18h). O SAT disponibiliza também o número 0800-517686, com atendimento das 9h às 22h.
SAÚDE - Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) funciona unicamente para atendimento nos casos caracterizados como de risco à vida, na rua e em domicílios, que pode ser acionado pelo fone 192.-Unidades de pronto atendimento 24 horas-PA Cruzeiro do Sul (Rua Professor Manoel Lobato, 151, Santa Tereza)PA Bom Jesus (Rua Bom Jesus, 410, Bom Jesus)PA Lomba do Pinheiro (Estrada João de Oliveira Remião, 5120, Parada 12, Lomba do Pinheiro) PA Restinga (Rua Álvaro Diffini, 520, Restinga)PA de Saúde Mental IAPI (Rua Valentim Vicentini, s/n – tel 3289-3456)HospitaisHospital de Pronto Socorro (Largo Teodoro Herzl, s/nº, Bairro Bom Fim) – funcionamento e atendimento plenosHospital Materno-Infantil Presidente Vargas - emergências obstétrica e pediátrica(Avenida Independência, 661)
ASSISTÊNCIA SOCIAL - Unidades de Abrigagem Adulta: Albergue Municipal (Rua Comendador Azevedo, 215, Floresta): 19h às 7h, 3346-3238; Abrigo Municipal Marlene (Avenida Getúlio Vargas, 40, Menino Deus): funciona 24h; Abrigo Municipal Bom Jesus (rua São Domingos, 410, Bom Jesus): funciona 24h. Já o Ação Rua, que prevê o monitoramento e o atendimento especializado a crianças e adolescentes em situação de rua, atenderá em regime de plantão, entre 9h e 19h, telefone 3221-2024. Plantão geral da Fundação de Assistência Social e Cidadania (Fasc): 9955-0270.FAZENDA - A Loja de Atendimento da Secretaria Municipal da Fazenda fará quinta-feira, 1º de abril, expediente externo das 9h às 11h30 e não abrirá na Sexta-feira Santa, 2. O expediente regular retorna segunda-feira, 5.
DEFESA CIVIL - A Coordenação de Defesa Civil de Porto Alegre faz plantão 24 horas no telefone 3268-9026. Atende chamados de emergência para desastres naturais ou provocados pelo homem, com o objetivo de socorrer e assistir as comunidades atingidas e minimizar danos.
IMPRENSA - A Assessoria de Comunicação Social atende a solicitações da imprensa pelos plantões da Coordenação de Jornalismo (9292-7660) . /servico