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segunda-feira, dezembro 08, 2008

Há 28 anos Mark Chapman matava John Lennon

Chapman, o assassino de Lennon, está preso até hoje.


Mark David Chapman (Fort Worth, 10 de maio de 1955) é um homicida condenado norte-americano, que em dezembro de 1980 assassinou o músico e ex-beatle John Lennon, em Nova Iorque.

Chapman alegou que vozes o mandavam cometer o crime, o que é caracterizado pela psiquiatria como distúrbio de esquizofrenia.
Condenado à prisão perpétua, Chapman matou Lennon na noite de 8 de dezembro de 1980, numa segunda-feira, pouco antes das 23 horas, em frente ao edifício Dakota, onde o ex-Beatle vivia. Horas antes, Lennon autografara para Chapman uma cópia de seu recém-lançado álbum Double Fantasy.
Chapman, então com 27 anos, citou o romance O Apanhador no Campo de Centeio, de J.D. Salinger, como inspiração para o crime. O livro trata da história de um adolescente revoltado. Chapman dizia identificar-se com o protagonista do livro, que odiava a falsidade, e desferiu cinco tiros acertando quatro nas costas de Lennon, porque o considerava um hipócrita, já que em suas músicas Lennon tratava de tristeza e pobreza, como se ele mesmo sofresse disso.
Há uma teoria da conspiração que relaciona a CIA (Agência de Informações dos EUA) com o assassinato. Através de documentos revelados pela própria CIA, a conspiração ganha corpo ao classificar Lennon como um subversivo. Lennon estava na mira do governo estadunidense por se envolver em questões políticas, promover passeatas e influenciar o povo, deixando-os mais críticos quanto às questões de segurança nacional e a paz mundial.
Como razão para o assassínio tem repetido várias vezes: "Na altura achava que graças ao crime ficaria famoso, deixava de ser um zé-ninguém".
Nos últimos anos, Chapman tentou vários pedidos de liberdade condicional, que foram sempre negados.
Yoko Ono, viúva de John Lennon, e Paul McCartney, amigos e ex-beatles, dizem-se ofendidos quando escutam o nome do assassino. (Fonte: Wikipedia)


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